Por dentro do corpo humano: saiba o que se passa pela ressonância magnética

Entenda os detalhes da ressonância magnética, um dos exames por imagem mais importantes na atualidade

Um dos exames que vem ganhando cada vez mais espaço na medicina é a ressonância magnética. Mesmo que você nunca tenha feito uma, é bem provável que você saiba da sua existência. Entretanto, entender como os seus detalhes funcionam na prática pode parecer um grande mistério para aqueles que são leigos no assunto.

A ideia por trás das ressonâncias magnéticas é a de permitir que os médicos tenham acesso a laudos mais precisos do que aqueles obtidos por meio de outros exames, como o Raio-X. Em linhas gerais, é como se ele fosse a evolução natural daquele que é considerado o exame por imagem mais popular entre todos.

Porém, nem sempre foi assim. As ressonâncias magnéticas requerem uma infraestrutura maior e, consequentemente, mais cara. Por conta disso, até bem pouco tempo esse exame era uma exclusividade de hospitais e clínicas particulares e ficava restrito às grandes cidades. Foi preciso muito esforço e evolução da medicina até que os seus custos chegassem a um patamar mais acessível, como é o caso do panorama atual.

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Quando surgiu a ressonância magnética (RM)?

Embora seja uma técnica relativamente recente em termos de acessibilidade para a maioria da população, falar sobre ressonância magnética é mergulhar um pouco na história da medicina. As primeiras pesquisas sobre o tema tiveram início na década de 30 – portanto temos aí quase um século de existência.

Os primeiros resultados, contudo, apareceram apenas na década de 50, quando os pesquisadores Felix Bloch, da Universidade de Stanford, e Edward Purcell, da Universidade de Harvard, ganharam o Prêmio Nobel de Física pelas suas descobertas.

Já o primeiro exame de ressonância magnética – ou ressonância nuclear magnética, para usar o nome completo – foi realizado em julho de 1977. Na época ele levou cinco horas para ser concluído e as imagens obtidas tinham uma qualidade muito baixa, bem diferente do que acontece hoje em dia, não é mesmo?

 

Como a ressonância funciona?

Explicando de uma forma simples, a ressonância magnética utiliza um forte campo magnético e ondas de radiofrequência para produzir imagens detalhadas de órgãos internos e tecidos. Essa técnica é bastante ampla e pode ser usada para praticamente qualquer parte do corpo.

Os locais nos quais a ressonância magnética é usada com maior frequência incluem o cérebro, as articulações e os discos da coluna vertebral. Assim, lesões cerebrais, lesões lombares e tumores podem ser facilmente diagnosticados por meio de excelentes imagens dos tecidos moles e dos órgãos vitais.

 

Vantagens da ressonância magnética

Uma grande vantagem da ressonância magnética em relação aos exames de Raio-X, por exemplo, é o fato de que ele não envolve radiação. Dessa forma, diminuem as contraindicações ao exame e aumenta o número de pessoas que pode tirar proveito dessa técnica para conseguir obter diagnósticos mais precisos.

 

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Para quem a ressonância magnética é indicada?

Um dos exames mais versáteis da medicina moderna, as ressonâncias magnéticas podem ser um complemento para o diagnóstico nas mais variadas situações. Além disso, graças às empresas de telerradiologia, hoje é possível ter acesso aos laudos médicos a distância em menos de 24 horas, o que torna esses exames ainda mais relevantes em um maior número de casos.

 

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Os exames podem ser utilizados para detectar rupturas em ligamentos, tumores e infecções nas articulações, hérnias de disco ou derrames em estado inicial estão entre algumas das possibilidades. Dessa forma, ele é considerado um dos exames preventivos mais importantes e eficientes com os quais os pacientes podem contar na atualidade.

 

Como é feito o exame de RM?

Durante o exame, o paciente fica deitado sobre uma mesa específica e pode conversar normalmente com técnicos e médicos por meio de um sistema de comunicação. Essa mesa é colocada dentro da máquina, onde ocorre a imersão do paciente em um campo magnético. É necessário usar um protetor de ouvido durante a sessão, pois embora o exame seja inofensivo e indolor há muito ruído durante o processo.

O que o aparelho faz é criar um campo magnético ao redor do paciente, de forma que os núcleos dos átomos de hidrogênio, que são abundantes em nosso corpo, fiquem alinhados e formem pequenos “ímãs”. Em seguida, ondas de rádio atravessam a região e, quando isso acontece, uma pequena vibração é produzida por esses pontos imantados.

Essa vibração é detectada pela máquina e os sinais são enviados para um computador. O mapeamento dos sinais é realizado e, posteriormente, transformado em uma imagem. É justamente essa imagem que depois será analisada pelos especialistas em radiologia e a partir dela é emitido um laudo. A teoria é bastante simples, não é mesmo?

 

Poucas contraindicações para realização do exame de RM

Uma das grandes vantagens da ressonância magnética é o fato de que ela não utiliza elementos radioativos, como acontece com o Raio-X. Por conta disso, o número de contraindicações para a realização desse exame é menor, mas isso não significa que alguns fatores de risco não precisem ser observados.

Essas condições devem sempre ser comunicadas ao médico responsável, que solicita o exame, e também ao técnico de radiologia, responsável pela operação do equipamento. Devem ter atenção redobrada os seguintes pacientes:

  • pacientes com implantes eletrônicos, como marca-passo ou implante coclear;
  • pacientes com implantes metálicos, como placas, pinos, parafusos, piercings ou aparelhos ortodônticos;
  • mulheres com suspeita de gravidez;
  • pacientes com claustrofobia;
  • pacientes recentemente maquiados ou que tenham feito tatuagem nos últimos três meses.

 

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