7 fraturas mais comuns na infância

Duas meninas brincando

Crianças têm fraturas mais frequentemente nos membros superiores como braços, mãos e clavícula. Saiba mais!

Por mais que os pais estejam atentos, as fraturas na infância podem ocorrer durante brincadeiras aparentemente sem perigo, portanto, além de manter o cuidado para evitar essas ocorrências é importante conhecer as mais comuns e como proceder.

Devido a agitação e brincadeiras, as fraturas na infância são ocorrências comuns e não apresentam riscos associados quando o diagnóstico é realizado rapidamente e a criança encaminhada para um tratamento médico profissional.

Pensando nisso, conheça a seguir quais sãs as fraturas mais comuns na infância, possíveis erros de diagnóstico e como evitá-los.

Quais as fraturas na infância mais comuns?

As crianças estão mais suscetíveis às fraturas do que os adultos devido às ações comuns da idade, como correr, brincar, pular, aprender a andar e outras. Por essa razão, o caminho não é impedir que a criança realize essas atividades, mas instruí-la sobre os cuidados e saber quais são as mais comuns.

1. Braços

O principal tipo de fratura na infância ocorre nos braços, pois eles são automaticamente usados pelas crianças para se protegerem durante as quedas. Dependendo de como cair, a fratura pode ser mais séria, exigindo auxílio médico rápido.

Em geral a criança é submetida a um raio-x para identificar a extensão da fratura e pode ter o braço imobilizado com gesso. Se identificar uma possível quebradura nessa região, tente manter o braço da criança imobilizado até chegar no hospital.

2. Mãos

Assim como os braços, as mãos também são usadas para proteção durante as quedas, sendo que a fragilidade é um fator agravante no caso das crianças, podendo provocar quebra, torção ou luxação nas mãos.

Um tipo de incidente comum que pode provocar graves fraturas na infância é o esmagamento decorrente do fechamento de portas. Por essa razão é importante que os pais instruam os pequenos sobre os cuidados necessários e fiquem sempre atentos.

3. Nariz

Ainda que muitas pessoas não saibam, o nariz é um local comum de fraturas, principalmente devido à prática esportiva, pois o local fica suscetível a ser acertado por bolas, por exemplo.

Um problema desse tipo de fratura é que ela demora a ser identificada, prejudicando o início do tratamento. Entre os sinais que podem ser observados pelos pais destaca-se o relato de dores pelas crianças, presença de sangramentos ou manchas.

4. Pernas

Apesar de os membros superiores serem mais comumente afetados pelas fraturas na infância, as pernas também apresentam riscos elevados de fraturas. Uma grave ocorrência nesses casos é a fratura do fêmur, sendo necessária a imobilização com hastes a partir dos sete anos.

Urso de pelúcia com a perna quebrada

5. Dedos dos pés

Outro tipo comum de fratura na infância e que pode demorar a ser identificada pelos pais é a que ocorre nos dedos dos pés, principalmente devido bater em quinas, paredes ou mal jeito na prática de esportes.

Para identificar esse tipo de fratura é importante verificar se a criança faz alguma queixa e analisar a presença de dor ou roxidão nos pés. Devido a difícil imobilização é essencial que o atendimento seja feito por um ortopedista.

6. Clavícula

Também faz parte das fraturas dos membros superiores causadas devido quedas nas quais os braços são usados para amortecimento da queda. Uma particularidade é que clavícula não pode ser engessada, de forma que é utilizada um outro tipo de imobilização.

7. Cabeça

Apesar de não serem as mais comuns, as fraturas na cabeça são as que mais preocupam os pais, mas muitas vezes por não apresentarem sintomas tão evidentes quanto em outras regiões, há uma demora na procura pelo médico.

A criança deve ser encaminhada ao atendimento médico em caso de uma batida mais significativa na cabeça que resulte na presença de galo, confusão, desmaio ou atordoamento. Apenas após um raio-x ou exames mais detalhados, como a tomografia computadorizada, será possível verificar a extensão dos danos e adotar o tratamento mais adequado.

Quais os erros comuns nos diagnósticos de fraturas na infância?

Os erros de diagnóstico são prejudiciais à saúde do paciente em todas as idades, mas na infância são especialmente danosos, pois as crianças não conseguem buscar auxílio ou mesmo explicar com exatidão as circunstâncias da fratura.

Apesar dos benefícios relacionados a um tempo de recuperação menor, as fraturas na infância mal tratadas podem resultar em malformações e déficit no crescimento. Os erros mais comuns são:

  • falta de preparo do técnico em radiologia para posicionamento correto do bebê ou criança no momento da realização do raio x;
  • confusão entre as estruturas, visto que as crianças podem apresentar características distintas dos adultos, como o timo aumentado;
  • falta de experiência do médico responsável na interpretação de exames radiológicos realizados em bebês e crianças, limitando a qualidade do laudo.

Portanto, a falta de familiaridade com os cuidados com crianças está entre os fatores mais determinantes nos problemas de diagnóstico das fraturas na infância.

Para reverter esse quadro é essencial contar com profissionais especializados para realizar a leitura dos exames de imagem. A telerradiologia é uma especialidade de laudos a distância que garante mais eficiência e qualidade nas análises de exames, pois elas são realizadas apenas por médicos especializados.

Dessa forma, optar por clínicas e hospitais que contam com o serviço de telerradiologia é uma opção para que haja mais acerto e eficiência no diagnóstico de fraturas na infância, podendo a criança ser encaminhada rapidamente para o tratamento mais apropriado ao caso.

 

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