Como funciona o exame de desintometria óssea

Entenda como é feito e para que serve o exame de densitometria óssea

Rápido, indolor e extremamente eficaz. Assim pode ser considerado o exame de densitometria óssea, um dos mais importantes na lista de alternativas que os pacientes contam para avaliação. O exame de densitometria é a melhor opção, por exemplo, para que possa ser feito um diagnóstico de osteoporose ou de osteopenia.

A função principal desse exame é avaliar a densidade mineral dos ossos e ele faz isso de maneira precoce e com um alto índice de precisão. Esses resultados são obtidos graças à técnica chamada DXA, sigla para Dual-Energy X-ray Absorptiometry. Várias áreas do corpo humano podem ser avaliadas mediante à densitometria óssea, incluindo a coluna lombar a região proximal do fêmur e o terço distal do rádio.

Quais são as indicações para um exame de densitometria óssea?

Em linhas gerais, é preciso que um médico solicite que o paciente faça um exame de densitometria óssea para que ele seja autorizado. A lista de pacientes com maior propensão a terem necessidade de realizar um exame como esse inclui mulheres acima dos 65 anos e homens acima dos 70 anos.

Entretanto, esses não são os únicos a compor o quadro. Mulheres abaixo dos 65 anos e homens abaixo dos 70 anos que preencham pelo menos um dos seis critérios listados abaixo devem também procurar um médico para que possam ser encaminhados para a realização de um exame de densitometria óssea.

  • Baixo peso (Índice de massa Corporal – IMC – menor do que 18,5 kg/m²);
  • Doenças diagnosticadas que aumentem o risco de osteoporose;
  • Fratura prévia;
  • Monitoramento de osteoporose previamente diagnosticada;
  • Monitoramento de tratamentos relacionados à parte óssea;
  • Uso de medicamentos que tenham como consequência aumento do risco de osteoporose.

 

A densitometria óssea pode ser usada na pediatria?

Nesse caso, a necessidade é menor, mas também é possível que um pediatra possa solicitar que uma criança ou adolescente realize um exame de densitometria óssea. A razão disso é a possibilidade de avaliar o crescimento corporal, verificando-se quanto há de massa óssea e quanto de massa magra e massa de gordura o paciente tem.

A ideia é que os laudos de densitometria óssea possam ser comparados com os de crianças e adolescentes que apresentam crescimento normal em sua estrutura óssea, identificando possíveis anomalias ou más-formações, caso existam.

Todos podem fazer um exame de densitometria óssea?

Uma das grandes vantagens dos exames de densitometria óssea é o fato de que eles apresentam baixa exposição à radiação. Para se ter uma ideia, ela chega a ser dez vezes menor do que a exposição gerada por uma radiografia normal de tórax. Por conta disso, esse é um exame que praticamente não possui contraindicações, mas ainda assim alguns casos precisam ser observados.

Mulheres grávidas ou com suspeita de gravidez devem evitar o exame por conta da exposição à radiação, ainda que ela seja baixa. Pacientes que tiverem feito exames com contraste de iodo ou bário também devem evitar a densitometria óssea por um período de pelo menos 15 dias, uma vez que alguns resquícios presentes no organismo podem interferir no resultado.

Pacientes com quadros de obesidade grave também não devem recorrer à densitometria óssea, uma vez que a maioria dos aparelhos suporta apenas pessoas com até 160 quilos. Aparelhos mais modernos e resistentes podem superar pacientes com até 200 quilos, mas é preciso confirmar essa limitação no local onde o exame será realizado. Por fim, pessoas com próteses no fêmur e na coluna também devem evitar o exame.

Laudos de densitometria a distância: mais conforto para o paciente

É cada vez maior o número de hospitais e clínicas que adotam os sistemas de telerradiologia como forma de entregar os resultados dos exames de densitometria óssea para os pacientes. Por meio dos laudos a distância é possível obter uma série de vantagens em termos de redução de custos e agilidade no processo de avaliação – tudo isso reduzindo custos e proporcionando um laudo de melhor qualidade para o paciente.

O primeiro ponto a ser observado é o fato de que os laudos de densitometria a distância são entregues em no máximo 24 horas. Casos de urgência e emergência podem ainda ter os laudos disponibilizados em menos de uma hora, o que pode ser um diferencial decisivo para um diagnóstico.

A metodologia da telerradiologia prevê que as imagens obtidas nos exames sejam enviadas de imediato via internet para uma central de telerradiologia. Nessa central as imagens são recebidas por dezenas de profissionais médicos e técnicos especialistas em subáreas específicas, de forma que há a garantia de maior atenção a possíveis detalhes nas imagens que profissionais generalistas poderiam deixar passar.

Custos operacionais menores

Além da agilidade no trabalho, hospitais e clínicas também podem reduzir os seus custos operacionais de forma significativa com a adoção de sistemas de telerradiologia. Não há um custo fixo e as empresas pagam apenas por laudo realizado. Isso ajuda a reduzir os custos e planejar melhor os gastos com resultados de exames.

Some a isso o fato de que poderá ser possível reduzir o número de colaboradores, evitando assim plantões em dias de baixa demanda, que geram ociosidade. Por fim, há redução significativo de gastos com servidores para armazenamento de imagens, infraestrutura física para manutenção de central de processamento de dados e dispensa de assinaturas de licenças de softwares de segurança, uma vez que tudo isso já é contemplado nos sistemas de telerradiologia.

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