Funcionamento básico da telerradiologia

Entendendo como funciona a telerradiologia e os laudos a distância.

A telerradiologia constitui uma área da telemedicina na qual médicos radiologistas e nucleares possuem acesso remoto a exames realizados em outras localidades, permitindo a elaboração de laudos à distância.

O uso da telerradiologia não é novo. Um dos primeiros artigos descrevendo a telerradiologia foi publicado em 1950 [1].  Gershon-Cohen e Cooley relataram uma transmissão de imagens radiológicas realizada por via telefônica entre as cidades de West Chester e Philadelphia, na Pennsylvania.

Nos EUA, a primeira aplicação clínica em telemedicina ocorreu em 1959 [2], quando médicos da Universidade de Nebraska realizaram uma comunicação por vídeo para transmitir exames neurológicos.

Atualmente, com a ampla disponibilidade da Internet e a evolução dos protocolos de compressão e segurança de imagens, é possível realizar a emissão de laudos a distância com a mesma qualidade e segurança que seriam obtidos in loco.

 

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O funcionamento básico da telerradiologia atualmente funciona da seguinte maneira:

A) O exame é realizado em um aparelho de RX, TC, RM, etc.

B) Através da rede local da clínica ou hospital, as imagens são enviadas para um computador onde um software (gateway) é responsável por compactar e encriptar as imagens. Não é necessário um PACS local.

C) As imagens são enviadas através da Internet para um PACS na nuvem.

D) Os radiologistas acessam o PACS na nuvem e emitem o laudo. O laudo é enviado para a nuvem ficando disponível para acesso pela clínica ou hospital.

E) Opcionalmente, pode-se fazer a integração do PACS na nuvem com o sistema RIS/HIS da clínica ou hospital, disponibilizando automaticamente o laudo emitido no sistema interno do cliente.

Ainda tem alguma dúvida? Entenda melhor:
o que é e como funciona a telerradiologia no Brasil

 

Bibliografia:

  1. Gershon-Cohen J, Cooley AG. Telediagnosis. Radiology. 1950;55:582–587.
  2. Bashshur RL, Armstrong PA, Youssef ZI. Telemedicine: Explorations in the Use of Telecommunications in Health Care. Springfield, Ill: Charles C Thomas; 1975.

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