Ressonância magnética da coluna

Laudos de ressonância da coluna a distância para clínicas e hospitais em todo o Brasil

A ressonância magnética (RM) da coluna é um dos exames de imagem mais avançados para a visualização das estruturas que compõem essa parte do corpo, incluindo as vértebras, discos intervertebrais, articulações, bem como a medula espinal e os nervos.

Muitas vezes, a RM é o exame para método de escolhose para estudo das doenças degenerativas, inflamatórias, infecciosas e traumáticas da coluna, podendo ainda identificar tumores benignos e malignos.

A DiagRad oferece laudos a distância dos exames de RM da coluna para clínicas e hospitais em todo o país. Entenda mais sobre esse exame e como uma empresa de telerradiologia pode auxiliar no aceleramento de diagnósticos, além da redução de custos hospitalares.

 

Médico analisa exame de Ressonância da Coluna

 

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O que é a ressonância magnética da coluna?

A ressonância da coluna é um exame de imagem muito avançado e não invasivo que possibilita a visualização de toda a coluna vertebral, permitindo a identificação e avaliação de várias patologias que podem acometer essa estrutura.

ressonancia-magnetica-exameDiferentemente da tomografia computadorizada (TC) e da radiografia (RX), a ressonância magnética (RM) não utiliza radiação ionizante. Em vez disso, este exame é feito com uma máquina que produz campos magnéticos e ondas de radiofrequência.

Dessa forma, há uma interação com os átomos de hidrogênio das moléculas de água que compõe o nosso corpo. Estes átomos reagem de forma diferente à ressonância de acordo com sua composição molecular. Assim, cada tipo de tecido dá origem a diferentes tipos de sinal.

Esses sinais são capturados pela máquina e enviados para o computador para que um software especial os converta em imagens bidimensionais (“cortes” ou “fatias”). Em seguida, esses “cortes” podem ser combinados para formar imagens tridimensionais.

Como resultado, a ressonância magnética da coluna produz imagens de altíssima qualidade, permitindo que o médico a visualize com um grande nível de detalhamento anatômico.

Para aumentar a acurácia do exame, em alguns casos pode estar indicado o uso de contraste à base de gadolínio. Essa medicação, ao ser injetada na corrente sanguínea, interage de maneiras diferentes com os tecidos, ajudando a identificar e delimitar áreas doentes.

 

Mas para que serve a ressonância da coluna?

Enquanto a radiografia e a tomografia são ótimas para avaliar os ossos, a ressonância magnética da coluna permite uma visualização muito nítida das vértebras, discos intervertebrais, medula espinhal, além das articulações, ligamentos e musculatura.

Por ser um exame baseado no conteúdo de água da região estudada, a ressonância magnética da coluna é uma técnica muito completa por oferecer possibilidades como a avaliação da hidratação do núcleo pulposo, algo que não é possível com a tomografia ou o raio X.

Embora a ressonância magnética seja um exame mais caro, demorado e potencialmente mais incômodo para alguns paciente (devido às limitação de posicionamento ou claustrofobia), sua graunde sensibilidade e acurácia faz com que ele seja um método de escolha na investigação de várias doenças da coluna.

Por outro lado, quando se deseja estudar especificamente as estruturas ósseas, como nos casos de pesquisa de fratura durante o atendimento de urgência, os exames de radiografia ou tomografia computadorizada podem ser mais indicados.

 

Possíveis diagnósticos com o laudo de ressonância magnética

A ressonância magnética de coluna permite investigar dores, traumas, alterações degenerativas e inflamatórios e fazer o diagnóstico de doenças nos cinco segmentos da coluna (cervical, torácica, lombar, sacral e coccígea), além de avaliar eventuais compressões sobre a  medula espinal e as raízes nervosas.

 

rm coluna

 

Conheça alguns dos possíveis diagnósticos obtidos com o exame de Ressonância da Coluna:

  • Medula espinal: compressões extrínsecas da medula por hérnias discais, artrose, estenose do canal vertebral, mielite transversa aguda, mielopatia isquêmica, siringomielia e mielomeningocele;
  • Tecidos moles: lesões musculares, hematomas, tumores benignos e malignos.
  • Coluna vertebral: fraturas, hérnia de disco, protrusão discal, artrite, artrose, espondilite anquilosante, degeneração discal, tumores, infecções, inflamações, defeitos do tubo neural, espinha bífida, osteoporose, distensão de músculos, desvios;
  • Vértebras: fraturas, escoliose, osteofitose, hemangiomas ósseos, tumores benignos e malignos, alterações degenerativa do tipo Modic, desalinhamentos (espondilolisteses);
  • Coluna cervical: espondilose cervical, uncoartrose, artrose interapofisária, cervicobraquialgia, estenose cervical, hérnia de disco cervical, lesão do plexo braquial, protrusão discal cervical, torcicolo congênito, síndrome do chicote;
  • Coluna torácica: artrose, fratura do esterno, hemangioma vertebral, hérnia de disco torácica, protrusão discal torácica, hérnia de Schmorl, síndrome de Tietze, síndrome do desfiladeiro torácico;
  • Coluna lombar: artrose lombar, compressão, inflamação ou irritação do nervo ciático, estenose lombar, espondilolistese, degeneração facetária, hérnia de disco lombar, protrusão discal lombar, síndrome da cauda equina;
  • Coluna sacral: fratura do sacro, sacroileíte;
  • Coluna coccígea: fratura do cóccix, inflamação.

Interpretação das imagens do exame de RM

A ressonância magnética da coluna oferece imagens bidimensionais e tridimensionais com um alto grau de detalhamento, mas somente uma interpretação minuciosa, feita por radiologistas especializados, poderá aproveitar todo o potencial do exame.

Nas imagens obtidas por essa técnica, são analisadas imagens em diversas ponderações. As mais comuns na coluna são o T1, T2 e o STIR.

Nestas imagens identificamos as estruturas anatômicas através de áreas de hipossinal (escuras) ou hipersinal (brancas). Alterações na distribuição normal do sinal em cada sequência podem identificar diferentes tipos de lesões. Por exemplo:

  • Edema ósseo medular/osteíte: área de hipossinal na sequência ponderada em T1 com hipersinal em STIR;
  • Anquilose: áreas de hipossinal em todas as sequências, similar ao sinal da medula óssea, ou espaço articular indefinido;
  • Hemangioma ósseo: hipersinal em T1 e T2 (achado geralmente desprovido de significado clínico);
  • Entesite: área de hipersinal na sequência STIR junto aos cantos dos corpos vertebrais.

 

Tipos de ressonância magnética da coluna

Os tipos de ressonância magnética da coluna podem ser divididos com relação ao uso do contraste e à região que se deseja estudar:

Em relação ao contraste:

  • Sem contraste: a maioria dos exames da coluna são realizados sem contraste, pois as doenças mais comuns são facilmente identificadas pelas sequências padrões da ressonância magnética;
  • Com contraste: o exame é feito com o contraste a base de gadolínio. Dependendo da indicação clínica do exame, o contraste pode ser útil no diagnóstico. Por exemplo, status pós cirúrgicos, pesquisa de tumores ou inflamações articulares.

Em relação à região a ser estudada:

  • RM da coluna total: compreende as 33 vértebras;
  • RM da coluna cervical: compreende as 7 vértebras cervicais (C1-C7);
  • RM da coluna torácica ou dorsal: compreende as 12 vértebras torácicas (T1-T12);
  • RM da coluna lombar: compreende as 5 vértebras lombares (L1-L5);
  • RM da coluna lombossacra: compreende as 5 vértebras lombares (L1-L5) e as 5 vértebras sacrais fundidas (S1-S5);
  • RM da coluna sacrococcígea: compreende as 5 vértebras sacrais fundidas (S1-S5) e as 4 vértebras do cóccix também fundidas.

 

Como funciona o envio dos laudos de ressonância da coluna a distância?

As imagens da coluna vertebral são enviadas para a central da DiagRad por meio do nosso site, sem a necessidade de instalar programas ou aplicativos nos dispositivos da clínica. O envio pode ser feito por computador, celular ou tablet com acesso à internet. Caso o volume de exames seja mais alto, a equipe de TI pode instalar remotamente um sistema para que o envio possa ser realizado diretamente a partir do equipamento ou do PACS, de forma rápida e segura.

Por utilizar os sistemas mais avançados na área da telerradiologia, a DiagRad permite que o envio das imagens aconteça de forma rápida e sem que haja perda da qualidade.

Em seguida, essas imagens são interpretadas pela equipe de radiologistas especialistas em ressonância magnética da coluna vertebral, de modo a fornecer um laudo altamente confiável. Além disso, os laudos passam por um controle de qualidade por Peer Review.

A DiagRad trabalha com um sistema de plantão 24 horas para envio de diagnósticos de ressonância magnética e  laudos radiológicos. Dessa forma, o laudo a distância pode ficar pronto em até 30 minutos para exames de urgência ou em menos de 15 horas para exames de rotina.

 

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A DiagRad, empresa de telerradiologia, preparou informações essenciais para quem quer saber mais sobre laudo a distância e como eles podem colaborar positivamente em diversos aspectos como: aceleração de diagnósticos, rapidez em laudos, saúde e tecnologia. Descubra como esse universo pode ser útil!

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Quanto custa um laudo a distância de ressonância magnética de coluna?

Os laudos a distância fornecidos pela DiagRad representam uma grande economia para a ressonância magnética de coluna, que é um exame de alto custo tanto para o paciente quanto para a clínica ou hospital. Ao contar com o recurso dos laudos online, o centro de saúde reduz significativamente suas despesas com a contratação, o treinamento e a remuneração de uma equipe interna de radiologistas – principalmente em esquema de plantão 24 horas.

Para saber os preços dos laudos a distância desejados, entre em contato com a DiagRad! Quanto maior a quantidade de exames a serem laudados, menor será o custo de cada um, com um custo-benefício progressivo.

Conheça as possibilidades oferecidas pela DiagRad e faça seu orçamento para laudos de ressonância magnética de coluna e outros exames de imagem!

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